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ABRACINO: VALORIZAÇÃO DA
CINOTECNIA BRASILEIRA |
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Com o objetivo de ser
referencial de qualidade e compromisso com as questões
cinotécnicas no Brasil, a Abracino busca profissionalizar pessoas,
melhorar as
leis de posse responsável de animais, e vem contribuindo de maneira
significativa
para a administração e a fiscalização do segmento. |
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Capitão Daniel Ignácio
e Pantera de Jomaiana |
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Fundada em 1º de
julho de 2003, a Associação Brasileira de Cinotécnicos
(Abracino) tem representado o setor da cinotecnia com grande
dedicação e responsabilidade. Seu foco é justamente promover a
melhoria das condições de vida, saúde, estética, estrutura,
temperamento e adestramento dos animais
em especial cães de trabalho, esporte e companhia. Para isso, a
associação
tem representado os interesses dos cinotécnicos, com a visão do
reconhecimento e regulamentação desta profissão, que a cada dia
assume fundamental importância no Brasil. |
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Com Eduardo Gustavo Sprotte exercendo a presidência, seguido de
Daniel Augusto Ramos.
Ignácio com vice - presidente e Décio Tommasini Carraro,
responsável pela superintendência de marketing, a Abracino reúne
em seu quadro social, profissionais de todo o Brasil que
trabalham com cães e demais pets, tais como: adestradores,
handlers, criadores, dog sitters, tosadores, groomings,
tratadores, banhistas, funcionários de canis e outros. De acordo
com o vice presidente da Abracino e ex - Militar do Estado de
São Paulo, Capitão PM Daniel Ignácio, a associação tem como
filosofia promover a cultura, a pesquisa, a técnica e o
desenvolvimento das profissões ligadas a cinofilia, sempre
trabalhando em prol da melhoria do animal. Localizada na Zona
Norte de São Paulo, a associação conta atualmente com os três
superintendentes e cerca de 50 associados. Para filiar-se a
Abracino, é necessário que profissional da área tenha sua
aptidão comprovada. Além disso os associados deverão contribuir
com uma anuidade no valor de R$ 150,00 ou
mensalidade de R$ 15,00. Valores esses, fixados anualmente pela
Assembléia
Geral ordinária, por proposta da diretoria executiva. |
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Ao focar o aspecto "integrante Abracino", a associação visa
criar medidas
que promovam as profissões cinotécnicas e que atendam suas
necessidades
sociais. Para isso, a Abracino oferece aos associados cursos
profissionalizantes
permanentes, com consideráveis descontos, e orientação para
administração
e legalização de suas atividades. Além disso, seus integrantes
têm facilidades
na aquisição de planos de saúde, seguros profissionais e
convênios com fornecedores
de materiais de interesse, atividades recreativas e sociais.
São diversas as iniciativas que a Associação Brasileira de Cinotécnicos
desenvolve, a fim de fortalecer cada vez mais direito dos
animais. Dentro
os projetos realizados pela Abricino, estão o curso de formação
de
Adestradores de Cães e a Posse Responsável com o concurso de
manejo e
adestramento básico para proprietários de cães. O
vice-presidente,
Daniel Ignácio, ressalta que Abracino visa forma os adestradores
de cães
com curso reconhecido pelo MEC, além de reconhecer as profissões
cinotécnicas
junto ao Ministério do Trabalho e disciplinar questões como a
posse de cães
bravios, assim como a criação e comercialização de cães. A
Abracino ainda conta
com parcerias junto a empresas e ONGs, com o objetivo de
melhorar a questão de
vida, saúde, segurança, bem-estar e trabalho dos cães.
"tais projetos têm como objetivo fortalecer cada vez mais o
direito dos animais
e a responsabilidade na posse dos mesmos, assim como capacitar
as pessoas
a exercerem com qualidade suas atividades", observa Daniel
Ignácio.
O primeiro Simpósio Abracino de Posse Responsável é um exemplo
do excelente
trabalho que a associação vem desenvolvendo. Direcionado às
pessoas que interagem
com animais - principalmente cães - o simpósio foi realizado na Câmara Municipal
de São Paulo, no mês de maio, e contou com a |
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presença de diversas personalidades,
como o vereador Roberto Trípoli e o Secretário Estadual da
Juventude do Esporte
e Lazer do Estado de São Paulo, Lars Grael.
Durante todo o dia do simpósio, foram realizadas palestras e
debates, que abordaramtemas, como posse responsável, controle e criação de cães com
potencial agressivo,
papel das associações cinotécnicas e kennel Clubes e
reconhecimento da profissão
de adestrador de cães. Para os diretores da Abracino, o evento
atingiu as expectativas
desatisfatórios resultados, onde puderam constatar que os apoios
recebidos se deram
do reconhecimento da sociedade decorrentes de seus esforços,
honestidade e pela
lisura das propostas apresentadas. "Estamos sempre abertos e
atentos às melhorias
dos segmentos, quando nossas expectativas se resumem nas
melhores possíveis",
enfatiza o vice-presidente. Ao mencionar a visão da cinotecnia
no Brasil, Daniel
Ignácio enfatiza que o mercado pet tem crescido de forma
constante. No entanto
ele ressalta ser de extrema importância que haja uma maior
atenção às leis, às
questões sociais e aos direitos dos animais e, não simplesmente
o usufruto financeiro
da situação. "O governo e a sociedade civil devem se comprometer
em melhorar o
trato com os animais, de maneira a responsabilizar, tanto civil
como criminalmente,
os infratores e oportunista que exploram os animais de forma
cruel", conclui o vice
presidente da Abracino. |
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